COMO AVALIAR O DESEMPENHO DE UM GERENTE?
Basicamente um gerente
é avaliado pelo grau de atingimento, através das pessoas que lhe são
subordinadas, dos objetivos operacionais a ele atribuídos e delegados. Esta medição é fundamental e necessária mas
não suficiente. Uma boa equipe pode
obter bons resultados apesar de seu gerente e não por causa dele. Ou seja,
apesar de seu gerente não agregar nenhum valor mas sim pelo fato da equipe ser
muito boa e superar seus desafios sozinha.
É possível isto ocorrer? Claro
que sim. Por um período continuado?
Improvável.
Além desta medição
básica, é preciso que ao gerente sejam atribuídas responsabilidades mensuráveis
como de satisfação de pessoal, de clientes, se for o caso, de contenção de
despesas sob seu controle, qualidade, controles, etc. Seus superiores também devem observar que
nível de supervisão este gerente requereu.
Se alto, menor desempenho, e vice-versa.
Mas será que é o suficiente?
Na minha opinião,
não. Como poderíamos mensurar a agregação
de valor do gerente no atingimento dos resultados de sua equipe? Penso que dois verbos dariam conta da
resposta a esta pergunta: MUDAR e CRIAR. Um gerente que nada criou e nada mudou ao
longo de um período, pouco ou nada agregou para que os resultados fossem os
melhores possíveis.
Partindo-se do
princípio de que a missão do gerente é a de obter o trabalho através de pessoas
e do credo de que sempre podemos fazer algo melhor do que estamos fazendo hoje,
cabe a ele, através da sua equipe, criar ou mudar o que for necessário para que
esta missão seja cumprida com a excelência almejada.
Do que estamos
falando?
-
Da forma
de trabalhar da equipe que deve e pode evoluir.
-
Dos
procedimentos e sistemas que nem sempre atendem da melhor forma os processos.
-
Da motivação
do pessoal, em grupo ou mesmo pessoal, que é fundamental para que os resultados
sejam os melhores possíveis. Uma
conversa individual com um elemento da equipe que esteja com problemas pode
significar uma MUDANÇA ponderável no desempenho do grupo.
-
Dos
problemas detectados na base e que, se não levados à alta gerência, não terão
nenhuma chance de serem resolvidos.
Enfim, estes são
apenas alguns exemplos onde, pela atuação gerencial criando algo novo ou
mudando o que não está bom, se pode medir o valor que um determinado gerente
agregou para o atingimento de seus resultados.
por: Rudolf Höhn
ex-presidente da IBM Brasil
sócio-presidente i-Hunter Tecnologia da Informação
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