O PAPEL DO RH EM UMA EMPRESA LÍDER
Uma empresa é tanto
mais competitiva quanto maior for a sua velocidade para implementar qualquer
ação do topo até a base, relativamente aos seus competidores.
Apenas para ilustrar,
uma equipe de formula 1 é tanto mais competitiva quanto for a velocidade de atuação desta equipe na parada do
pit stop. É claro que, assim como
na empresa, outros fatores entram na equação da competitividade total da equipe
de fórmula 1: a qualidade do carro, do piloto, a estratégia da corrida,
etc. No caso da empresa, a sua
liderança, a estratégia de atuação, o produto ou serviço que produz, etc.
De qualquer forma,
mesmo que uma empresa tenha uma liderança forte, um bom produto e uma
estratégia de atuação adequada, em determinado momento, se a velocidade com a qual
ações como mudanças de curso, alterações de produtos/serviços, organizacionais
ou de processos não for superior à de seus concorrentes, ela dificilmente
liderará o mercado.
Para que seja possível
que a empresa lidere na velocidade com que qualquer ação seja implementada, e
que portanto ela seja competitiva no mercado, é fundamental que a sua equipe
esteja engajada, bem treinada, motivada e que acima de tudo a comunicação do
topo até a base flua com velocidade e eficácia.
E é aí que a equipe de
RH pode fazer a diferença. Entendendo os
fatores que realmente influem nesta equação da competitividade e auxiliando a
linha gerencial a exercer o seu papel.
Quais são estes fatores?
Engajamento - Para que haja engajamento é
fundamental que todos conheçam bem a direção que a empresa quer seguir, as
metas e as estratégicas de como atingi-las.
Como avaliar se isto realmente está acontecendo e, se não, o que estaria
faltando? Existem hoje no mercado ferramentas de TI
capazes de auxiliar na analise e no diagnostico do que está ocorrendo, apoiando
o RH a tomar as medidas mais apropriadas.
Treinamento – Creio que esta é uma área que é bem conhecida e onde é mais fácil de
avaliar e tomar medidas.
Motivação – Pesquisas de satisfação, mesas redondas com a alta gerência, reuniões
gerente/colaborador (principalmente para gerentes de primeira linha) com freqüência
definida, programas tipo
“sombra” que consistem na exposição de pessoas com potencial a alta gerência
através de um estágio no qual são expostos aos problemas que ocorrem e às
decisões que são tomadas neste nível de gerência, enfim são alguns dos
instrumentos de avaliação, diagnóstico e até de ação na área de motivação. É
fundamental que os gerentes realmente liderem aqueles que com ele trabalhem,
pois sem liderança dificilmente haverá motivação elevada.
Comunicação – Este é sem dúvida um capítulo a parte, pois é bastante complexo e tão
mais complexo quanto maior for o número de níveis gerenciais entre o topo e a
base. É importante que a comunicação
seja eficaz, constante e que flua adequadamente em todos os níveis. É
impossível que haja engajamento sem que haja uma comunicação eficaz. Também na
motivação a comunicação é fundamental já que é através dela que grande parte da
liderança de um grupo torna-se possível.
Como podemos concluir,
o setor de RH tem muito valor a agregar à linha gerencial para ajudá-los nesta
difícil tarefa de liderar uma equipe competitiva.
por: Rudolf Höhn
ex-presidente da IBM Brasil
sócio-presidente i-Hunter Tecnologia da Informação
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